Mercado Imobiliário

[DEMO] Juros no crédito à habitação voltam a cair em setembro

22 Outubro 2025 · Vida Imobiliária

Já a prestação média desceu para 393 euros, menos um euro face ao mês anterior e menos 11 euros em comparação com o mesmo período do ano passado.

[DEMO] Juros no crédito à habitação voltam a cair em setembro

Conteúdo de demonstração. Texto adaptado do Observatório de Gaia, com as referências geográficas trocadas. Não descreve factos nem dados do município de Mafra.

Conteúdo de demonstração. Texto adaptado do Observatório de Gaia, com as referências geográficas trocadas. Não descreve factos nem dados do município de Mafra.

A taxa de juro implícita no crédito à habitação fixou-se em 3,228% em setembro, recuando 7,9 pontos base face a agosto. Desde o pico registado em janeiro de 2024 (4,657%), acumula já uma descida de 142,9 pontos base. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro passou de 2,883% em agosto para 2,873% em setembro.

Considerando a totalidade dos contratos, a prestação média fixou-se em 393 euros, um euro menos que no mês anterior, traduzindo uma descida de 11 euros comparativamente a setembro de 2024. Do valor da prestação, 195 euros (49,6%) correspondem a pagamento de juros e 198 euros (50,4%) a capital amortizado. É a primeira vez desde maio de 2023 que a componente juros tem um peso inferior a 50%.

Para o destino de financiamento aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 3,226% (-7,5 p.b. face a agosto). 

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro recuou 1,0 p.b. em relação ao mês anterior, fixando-se em 2,872%. No mesmo período, o valor médio da prestação aumentou 15 euros, atingindo 666 euros, o que representa uma subida de 7,1% face ao mesmo mês do ano anterior.

Em setembro de 2025, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 634 euros comparativamente ao mês anterior, elevando-se a 73.496 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio em dívida foi 163.761 euros, mais 2.440 euros que em agosto.

Créditos das imagens: ©Marcel Strauss | Unsplash